sábado, 13 de outubro de 2012
Sua liberdade é o que te prende.
A vida é uma eterna contradição, e pra conseguirmos lidar com ela, a única saída é encontrar, em meio a tantos extremos, um equilíbrio.
Você precisa aprender a se permitir. Provar novos sabores, lugares, pensamentos, músicas, pessoas... Afinal, são as nossas experiências que nos mostram o que nos agrada ou não.
Mas não pode se esquecer de quem é e daquilo que você acredita, pois, longe de nossa ideologia, nos tornamos seres nulos. Vazios. Influenciáveis.
Sendo assim, aprenda a se impôr também. Aprenda a agir de acordo com suas vontades e respeitá-las, mesmo que os outros não respeitem. Ou você vai ficar sempre assim, de cara emburrada, olhos caídos, achando tudo ao seu redor sem graça.
Deixe a culpa de lado, e organize seus pensamentos. Se não tá bom de um jeito, tenta de outro. Se aquelas pessoas já não te fazem o mesmo bem que faziam, vai conhecer novas.
Vai atrás do que te faz feliz e deixa que os outros façam o mesmo... Ou então continue aí sentada, de maquiagem borrada e cara amarrada, esperando, em vão, que as coisas melhorem sozinhas.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Psicologia delirante da madrugada.
Quando
nosso cérebro percebe que um determinado tipo de comportamento faz com que
consigamos o que queremos mais rápido, ele o registra, fazendo – imperceptivelmente
– com que ajamos de tal modo com cada vez mais frequência.
O
problema é que tanta frequência transforma esses pequenos e – aparentemente –
inofensivos atos em hábitos. Assim agimos repetidamente do mesmo modo sem nos
darmos conta, e – mesmo não sendo tão sério, ou parecendo grande coisa –
acabamos incomodando muita gente.
A
sinceridade daqueles que nos consideram, nesses casos é de importância vital,
pois é ela que irá fazer com que reflitamos e vigiemos mais nosso comportamento.
E é só com essa vigilância que conseguiremos entender o que acontece e mudar,
de pouco em pouco, essas manias...
Mas
não podemos deixar de lado a aceitação, pois ela também importa. Algumas
pessoas, mesmo sem saber direito por onde começar, estão dispostas a mudar
certos costumes, pois também se consideram prejudicadas por eles. Mas outras
não. Há quem se aceite mesmo em seus piores momentos, e ainda goste deles. Há
quem não ache alguns maus hábitos tão ruins assim. E é aí que devemos guardar o
que pensamos pra nós e nos afastarmos, se aquele tal habito nos incomoda tanto
assim.
Não
nos esqueçamos também, que existem hábitos e defeitos. E nossos defeitos, mesmo
podendo ser melhor trabalhados, não podem ser mudados, mesmo com todas as
terapias... E se aquilo que nos incomoda em alguém não é só um hábito, mas um
defeito, a única coisa que podemos fazer é pesá-lo. Se as qualidades de quem te irrita tiverem mais relevância que os
defeitos, só te resta contar até dez, respirar fundo e ignorar aquilo que te
incomoda, pois ninguém é perfeito e um dia todos teremos que aceitar isso.
domingo, 2 de setembro de 2012
Só é lembrado quem é visto.
É muito fácil falar. Eu sei. Dizer que acabou, que tudo está perfeito e que seguiu em frente. É muito fácil dizer que você não se importa mais. Sorrir com descaso também. Difícil é se convencer disso, enquanto a vê nos braços de outro, ou rindo atoa por aí, dançando com as amigas. Difícil é não sentir uma ponta de raiva e tristeza enquanto você fuça em todas as redes sociais dela e vê que não existem indiretas pra você, só fotos meiguinhas, dessas que ela gosta tanto, de bichos de pelúcia e bolinhos no instagram. É isso o que eu quero que você diga. A verdade. Quero que você assuma que não gosta de viver sem ela. Mesmo sabendo que um dia vai passar e que você vai superá-la de verdade.
Você subestimou a garota errada, mas só percebe agora que não há mais o que fazer. Você mentiu muito pra ela, tratou ela como capacho.. Usou enquanto pôde. Depois jogou fora, como se ela fosse um dos seus carrinhos quebrados. Esqueceu que ela era de carne e osso, e que poderia sair do lixo a qualquer momento, ir pra sua casa, tomar um banho quente, se arrumar e sair pra rua toda consertada. E o pior, melhor do que quando você a conheceu!
Pois, amor. Só é lembrado quem é visto. E eu aposto que ela é a sua paisagem favorita.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Mergulha!
É verão e a tarde está quente demais. Todos estão
na piscina, e você está louca pra entrar também, mas ao passar os dedos dos pés
na água, sente que ela está fria demais. Isso te faz desistir por alguns
minutos, mas a insistência dos seus amigos te faz esquecer o medo e entrar
também.
Para não perder a coragem, você toma impulso e
pula de uma vez.
Os primeiros momentos na água são os piores,
devido ao choque entre a água fria e seu corpo quente. Mas em menos de um
minuto o choque passa e a temperatura do seu corpo entra em equilíbrio com a
água. Daí você relaxa e – finalmente – aproveita a piscina.
O mesmo acontece quando novas oportunidades surgem
em nossa vida.
No começo temos receio, por mais que tudo esteja
lá, a nossa espera. Por que o novo sempre assusta, com seus “E se?” que não se
calam.
Isso nos faz desistir por algum tempo, mas depois
de muita motivação das pessoas que amamos, deixamos o medo de lado e arriscamos.
Depois disso, nos adaptamos, mesmo com certa
dificuldade, com as novas situações que temos de enfrentar, até o dia em que
finalmente conseguimos aprender a lidar com a vida. Pra que só então consigamos
disfrutar o que conseguimos.
Obs. Mas só até a chegada da próxima surpresa, que
nos exigirá novas apostas, que pode nos levar a erros que nos trarão novos
aprendizados que nos conduzirão às próximas vitórias. E assim vai!
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Keep calm, baby.
Há quem prefira arriscar-se a ponto de botar tudo a perder, por medo de perder tempo. Há quem prefira atropelar o tempo, pra viver tudo de uma vez. Já eu, depois de tanta coisa já vivida mentalmente, aconselho pra que deixe estar.. Deixe que o tempo passe e traga o que tiver de trazer!
Chega de passar noites em claro chorando e se martirizando por aquilo que você não conseguiu. Já passou. Chega uma hora na qual todos crescem e evoluem, e não é porque sua vez ainda não chegou, que ela nunca vai chegar.
Calma, por favor. Eu sei que dói. Dói muito. Te deixa mal e desesperado. Mas você conseguiu suportar essa tristeza por tanto tempo, que é bobo pensar que não aguentará mais um pouco.
Só um pouco mais de paciência! Eu tenho certeza que tudo vai melhorar e então você vai conseguir tudo o que tanto almeja.
Vai sim. E quando acontecer, vai guardar essa euforia pra você, que é pra nenhum invejoso te atormentar com seus falsos cumprimentos e comentários maldosos.
Cada um é digno e o único dono de sua vitória, e esse é um bem tão raro é precioso que não deve ser compartilhado a qualquer pessoa.
Esse é meu único conselho pra você essa noite. Por que eu sei que você vai ler, e quando o fizer vai acabar concordando comigo.
Não perca a força, nem o foco e principalmente a fé. Por favor.
sábado, 30 de junho de 2012
Meus sete anos de azar!
Foi em uma segunda-feira.
Havia voltado mais cedo da escola e como não lembrara de descongelar nada para
o almoço, decidi dormir um pouco, e depois comer qualquer bobagem para enganar
o estômago. Acordei às duas da tarde morrendo de fome, e de desespero; Tinha de
fazer uma redação para sexta, e ainda não havia conseguido pensar em nada. Comi
um pacote de bolacha e me sentei. Passou-se uma hora, e a folha que segurava em
minhas mãos continuava em branco. Como boa neurótica que sou, comecei a duvidar
da minha capacidade com as palavras, imaginando que não conseguiria passar no
vestibular, ou – se conseguisse – não conseguiria lidar com o curso, e então a
minha imaginação rolou, projetando acontecimentos que ficavam cada vez piores.
Liguei pra minha mãe, contei sobre meus pensamentos, implorei pra que ela fosse
me buscar e comecei a chorar feito uma criança boba.
Enquanto falava com
ela, decidi arrumar meu guarda-roupa. Quem sabe ao conseguir manter algo arrumado,
eu teria alguma idéia pro texto ou me acalmaria... Foi então que, em um segundo
de descuido, eu derrubei meu espelho no chão, quebrando-o em vários pedacinhos.
“Pronto. Agora vou ter sete anos de azar!” – pensei, aumentando meu desespero.
As lágrimas, que já haviam parado há algum tempo, voltaram, e o choro saiu mais
forte e mal alto. Minha mãe – que já é POUCO preocupada - devia estar tendo um
ataque do outro lado da linha. Queria ir pra Bauru na hora, e ficar comigo o
resto da semana.
Desliguei o telefone, limpei a bagunça do meu quarto
e sentei na cama. Já estava um pouco mais calma, mas a culpa (minha redação já
devia estar pronta... E eu nem havia começado!) ainda me assombrava. Cinco
minutos depois, meu celular começou a vibrar. Era uma mensagem do sisu,
avisando que eu havia sido selecionada na primeira chamada em uma das faculdades
que eu havia me inscrito. PASSEI. Comecei a gritar, enquanto tremia. Tá certo
que foi em letras (e eu quero cinema...), mas eu passei, poxa! Liguei pra minha
mãe, mandei mensagem pras minhas amigas e comecei a pular (essa é a hora em que
meu vizinho de baixo começa a me odiar pelo barulho, hehe) de alegria. Fiquei
boba. COMO ERA POSSÍVEL? Eu tinha acabado de quebrar um espelho, e agora estava
com sorte? Confesso que na hora pensei seriamente em quebrar os outros espelhos
que existiam no meu apartamento, mas não fiz nada (também só faltava essa...)!
Depois disso a semana continuou estranha, mas
fluindo... Consegui fazer minha redação, arrumar o que tinha de ser arrumado,
recebi notícias boas e ruins, e ainda tive que lidar com certas situações nem
um pouco agradáveis... O pior de tudo
foi que toda vez que algo incomum e ruim acontecia, eu começava a tremer,
pensando no maldito espelho!
Quanta besteira, meu Deus!
Só hoje que eu fui perceber o quão longe da realidade – e da sanidade também, convenhamos
– o desespero me leva... Como se eu não soubesse que superstições não existem!
Comecei a rir da minha
própria idiotice e não consegui parar mais. É muito drama, exagero e desespero,
pra coisas pequenas demais. Um espelho quebrado é só um espelho quebrado. Não
existe maldição!
No momento, penso da
seguinte maneira: Não existe sorte ou azar. O que existe são as conseqüências de
nosso estado emocional!
Talvez eu esteja errada,
mas isso eu só vou ficar sabendo daqui a sete anos, quando a “maldição” acabar.
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Playlist básica pra relaxar um pouquinho.
E aí, minha gente! O FINAL DE SEMANA ACABOU DE COMEÇAR E... E... E... eu não estou nem um pouco animada com ele, oe.
Se você está com a agenda lotada e vai sambar na cara dos desocupados, com direito a bons drinks, farra e afins, te invejo, porque faz tempo que eu não sei mais o que é um final de semana(cês me entenderam né?), e acho que ainda não será dessa vez que eu vou redescobrir...
Lamentos a parte, hoje eu vim aqui pra postar uma playlist bem de buenas pra quem também está achando que esse fim de semana vai se resumir em comida, filmes e cama...
1.Human - The Killers
2.(Cover)Love song - Mathai
3.Sophia - Esteban Tavares
4.Monomania - Clarice Falcão
5.Blue jeans - Lana Del Rey
Ta aí, cinco músicas bem relax in the waffle pra curtir essa sexta-feira bem de leve...
Um beijo e até qualquer dia! (=
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